Um gatuno! É assim que se pode chamar o gatinho Denis, que tem atormentado a vizinhança roubando centenas de peças de roupas, que ficam dando sopa nos jardins e quintais de um bairro tranquilo, em Luton, Bedfordshire, no Reino Unido.

Há 18 meses Denis tem “cometido crimes”, levando para casa toalhas de banho, calcinhas, bolas de futebol, cinco pincéis, um par de chinelos, uma camiseta de marca, uma boneca, luvas e até o calção de um boxeador, assim como um par de sapatos, um casaco de lã e dezenas de pares de meia...
Apelidado de “Denis o Pimentinha”, o bichano tem 2 anos de idade e pertence à senhora Lesley Newman, de 48 anos - a quem recorre assim que consegue um novo objeto para sua coleção de furtos.




Segundo a mulher, o primeiro item surrupiado pelo gato foi uma meia, encontrada em um jardim próximo. Ele tinha, então, apenas seis meses. Em menos de um mês a pilha de objetos foi crescendo e, só então, a senhora Lesley percebeu que mantinha um ladrãozinho em casa.
Como não sabe a quem pertencem os produtos furtados, resta a mulher apenas guarda-los, esperando que um dia alguém possa bater à sua porta reivindicando a posse dos bens.


“Ele normalmente deixa os objetos na porta da frente, mas às vezes os leva até minha cama enquanto estou dormindo. Obviamente, ele pensa que todos esses itens são presas. Eu nunca tentei freá-lo, pois odiaria muito mais se ele trouxesse coisas como animais mortos para dentro de casa. Agora já deve ter cerca de 100 objetos aqui e eu comecei a coleciona-los, caso alguém venha procurar seus pertences”, justificou a mulher ao “The Sun”. 
Por enquanto, parece que ninguém foi até lá buscar as roupas de volta e, assim, o gatuno segue na "impunidade", fazendo suas travessuras. 

Fonte: Virgula


Brincando com Má Má
Domingo é dia de ir ao terreno (que eu já chamo de abrigo) tentar adiantar as coisas. Infelizmente por motivos de força maior fomos só eu (Naty) e Irleide, já que houveram imprevistos que impediram a ida dos outros, que iriam ajudar e começar a construção do muro da área do Gatil.
Então restou fazer algo na parte elétrica dentro da casa. Para quem não sabe, o terreno constitui de uma casa principal, com 3 quartos pequenos e na parte de trás uma área que imaginamos ser antes um local para guardar porcos ou pequenos animais. A casa é lar dos 8 cachorros que lá já estão e a construção de trás será para o Gatil. Este terreno, porém, precisa de muitas melhorias e investimento constante, visto que o mato cresce rápido, os ratos por enquanto são os segundos donos e não há água. Energia elétrica chegou faz pouco tempo.

Tupã fugindo do Sol
Sempre bom ficar na companhia dos cães, que são um balde de energia positiva para o início da semana. Quanto às obras, bem, se os Deuses permitirem e der tudo certo, começam domingo que vem. Reza a lenda que até churrasqueira teremos para passar bem o dia. Temos que ter fé que tudo vai dar certo, apesar do dinheiro arrecadado até o momento não ser suficiente para tudo que é necessário (por isso não podemos contratar um pedreiro, por exemplo), então nosso ritmo tem que ser no ritmo das pessoas que gentilmente estão ajudando sem cobrar nada.



Foto suada de Penélope!

Ufaaa!
Malhada e sua mommy

Uma ótima semana pra quem vem e me lê. Este blog é feito com sacrifício e carinho para todos aquele, protetores ou não, que amam e torcem pelos animais.



Minha relação com os animais vem desde que tinha uns 5 anos, meu pai ganhou um Labrador (mistico) de nome Rex , na nossa casa, tinha uma Sabiá que foi adotada por minha mãe e vivia solta, tinha uma gaiolinha mas só entrava nela pra dormir e se proteger, vivíamos cercados de galinhas, todos animais que viviam na rua e iam de um jeito ou de outro parar lá em casa!! E eram criados como bichos de estimação, tinha duas tartaruguinhas... preás... Até minha mãe uma vez ganhou uma vaca de meu pai !! A beleza da raça Gir- Zebu.


O Rex morreu de velho aos 16 anos e em seguida chegou o Mikole, Nely, Emily, Firmino, Fredy, Spok, Agatha, Cash, Nininha (os dois últimos eram gatos) e por ai foi!! Sempre cuidando, ajudando, pegando da rua e fazendo adoção....
Essa é nossa história! 

 Detalhe: meu pai era como eu, adoravaaaaaaaaaaaaaaa bichos soltos!! Minha mãe é também como eu, curativos, urgências....então acho que tenho dos dois um pouco o que pra mim é essencial para me achar hoje , modéstia parte: UMA PROTETORA!!! Tenho 6 filhos adotivos, Laysa, Kayte, Firmino, Nirraje, Fiona, Willy, Spuma, eu e meu marido moramos na casa deles, pois nos deixaram um quarto e o banheiro para isso! O resto é deles!!


Não me vejo fazendo outra coisa a não ser cuidar e defender esses inocentes. Como enfermeira humana me dedico a cuidar deles, isso com a ajuda de muitos como você!! E pretendo fazer Veterinária em 2013, tanto foi a necessidade que conheci nessa ruas que explodem de sofrimento animal! Espero poder fazer mais caso me torne uma vereadora!! Pois esse não é um sonho meu e sim uma conquista de todos e principalmente deles!! Nossos anjos de pêlos e os demais!! 


* Magda é candidata a vereadora por Jaboatão.
Quer me mandar sua estória como protetora? Ou como um animal mudou sua vida? Vou adorar postar. Envie para nmusa4@gmail.com ou por Facebook mesmo, aqueles que são amigos.


Cachorro fiel se recusa a sair do lado do túmulo de seu dono e está lá a 6 anos.


O Pastor Alemão Capitão fugiu de sua casa após a morte do argentino Miguel Guzman em 2006. Uma semana depois a família de Miguel foi visitar seu túmulo e lá encontraram o animal sentado esperando ao lado do descanso de seu dono.

Loyal: Capitan has not left the side of Miguel Guzman's grave since 2006 - and sleeps on top of it every night

Desde então o cão raramente abandona seu posto no cemitério da cidade de Villa Carlos Paz (Argentina).
O Sr. Guzman comprou Capitan para dar de presente ao seu filho de 13 anos em 2005.
Ele morreu de repente em março do ano seguinte, porém quando sua família retornou do funeral, o cão havia desaparecido.

A viúva do Sr. Guzman contou a um jornal argentino: "Nós procuramos por ele mas ele havia sumido. Nós pensamos que ele pudesse ter sido atropelado e morrido."
"No domingo seguinte fomos ao cemitério e Damian reconheceu seu cachorro. Capitan veio até nós, latindo e ganindo, como se tivesse chorando."

His Masters Grave: The German Shepherd ran away from the family home shortly after Mr Guzman's funeral and miraculously found his resting place

Ela adicionou: "Nós nunca o levamos ao cemitério, então é um mistério como ele conseguiu encontrar o lugar."
"Nós voltamos no domingo seguinte e ele estava lá novamente. Desta vez ele nos seguiu até em casa, passou um tempo mas voltou ao cemitério antes que escurecesse."
"Eu acho que ele não queria deixar Miguel sozinho durante a noite."

Protector: Although it has been six years since Mr Guzman's death Capitan proves a faithful companion and guards his grave day and night

Here to stay: Mr Guzman's son Damian has tried to bring Capitan home but he always runs back to the cemetary in Villa Carlos Paz

O diretor do cemitério Hector Baccega lembra do dia em que ele viu o cão pela primeira vez.
Ele conta: "Ele apareceu aqui um dia sozinho e começou a vagar pelo cemitério até que encontrou o túmulo de seu dono."
"Durante o dia ele as vezes caminha pelo cemitério, mas sempre retorna logo para o túmulo. E todos os dias, às 6:00 da tarde em ponto, ele se deita em cima dele e fica lá a noite toda.
Sr. Baccega adiciona que a equipe do lugar está alimentando e cuidando de Capitan agora.
O filho do Sr. Guzman, Damian, diz: "Eu tentei levar Capitan para casa diversas vezes, mas ele sempre retorna ao cemitério. Eu acho que ele vai ficar lá até morrer também. Está cuidando do meu pai."
A história é parecida com a de Hachiko, um Akita que esperou pelo retorno do seu dono em uma estação de trem em Tóquio todos os dias por nove anos, depois que Hidesaburo Ueno, o dono do animal, morreu no trabalho em maio de 1925.


13 de setembro de 2012

Fonte: Mail Online



Gente querida!


Me lembro quando era ainda uma menina que sempre tivemos animais em casa, minha família toda adora animais, sendo que em especial eu e a minha mãe somos realmente PROTETORAS.


Porque ajudar animais e não crianças, velhos?

Porque eles são indefesos e cá pra nós: tem muito mais pessoas ajudando pessoas do que pessoas ajudando os animais não é mesmo? Prefiro ficar com essa minoria.
Amo o que eu faço, sofro, choro compulsivamente com as atrocidades que eu vejo DIARIAMENTE, seja na minha rua, seja na TV.
Enfim, nossa luta é muito grande mas vejo um horizonte com vitórias.
São muitas pessoas que conheci ao longo desses anos que trabalham ativamente em prol, desses animais.


Moro em um bairro de Jaboatão (Conj. Muribeca) muito esquecido, sem saneamento, sem ruas asfaltadas e claro, muitos animais nas ruas, não poderia ser diferente.
Diariamente ando com o meu KIT SOBREVIVÊNCIA (água e ração) dentro da minha bolsa e qualquer gato ou cachorro que vejo em alguma esquina eu alimento e assim alimento meu coração, saio fazendo uma prece para que os Espíritos de Luz possam ABRANDAR o sofrimento desses nossos irmãos ....


Estou no grupo MÃOS E PATAS que tem um trabalho magnífico de conscientização e educação animal incrível, estamos chegando em bairros pobres para fazermos os MUTIRÕES DE CASTRAÇÃO, e está fazendo um sucesso maravilhoso, isso graças à ajuda de muitas pessoas que apoiam a nossa causa e isso ajuda a minimizar a população dos animais de rua.

Mesmo que o nosso futuro seja doloroso, continuo a cada dia com a esperança em ver crianças, adultos e velhos respeitando nossos animais, dando amor, carinho e atenção.


São muitos casos que vivencio e sei que cada Protetor tem uma história para contar, em especial tenho a do Lobo Marinho, um cão de aproximadamente 8 anos que em resgatamos em dezembro do ano passado vítima de MAUS TRATOS (apedrejamento) no crâneo. Uma noite estava jantando e o telefone tocou, uma conhecida pedindo em lágrimas que fôssemos enterrar o pobre cão, pois não tinha aguentado os três meses de sofrimento.

Pasmem! Três meses com uma lesão, hemorragia no ouvido e seu antigo dono simplesmente o jogou na rua, pois alegou que não sabia como cuidar dele.
Quando chegamos no local o mesmo estava respirando mas não aguentava ficar em pé, imediatamente o levamos para casa e estamos com ele até hoje, infelizmente sua orelhinha foi amputada pois como passou muito tempo sem tratamento uma parte da carne do ouvido estava necrosada.

Hoje ele goza de muita saúde é um animal feliz e com muito amor pra dar. Nos ama incondicionalmente.
Temos outros em casa, se fosse falar de cada um deles ia tomar todo o blog de Naty (rsrsrs).
Mas é isso: ser PROTETORA é simplesmente ser mãe, com aquele amor incondicional, querendo mover mundos e fundos para cuidar de seu filho .... é assim que me sinto.

* Quem quiser dar seu depoimento, é só enviar para meu e-mail: nmusa4@gmail.com



Não adianta, quando eu tenho um blog eu tenho que falar da minha vida. Enfim, fazer o que?
Para quem não sabe eu sou de Brasília mas estava morando em Curitiba por 8 anos antes de vir morar em Recife. E quem conhece estas duas cidades em que eu estava sabe que por um motivo ou outro você não vê muitos animais nas ruas. Porém, quando eu cheguei aqui eu vi... E muitos. 

Eu já criava gatos em Curitiba e, alguns meses depois de chegar resgatei uma gatinha na frente do colégio Santos Dummond, tadinha, um bebê e doente... Depois desta, vieram muitos. Costumo dizer que a "culpa" é da minha mãe, que me deixava pegar até pombinhos machucados e levar pra casa para serem cuidados... (risos)
Houveram casos mais amenos a casos mais tristes, como uma gatinha que peguei quando minha mãe estava um dia olhando pela janela do nosso apartamento numa tarde de domingo e viu um garoto jogando uma pobre peludinha no canal e quando ele tentava nadar para a margem ele jogava pedras (confesso que corri para pegar o garoto e se eu tivesse conseguido eu ia jogar ele no canal e ficar jogando pedras para ele ver como é "legal"), um outro que estava todo sujo de lama e machucado por cachorros na rua, uma bebezinha deixada pra "se virar" na pracinha de Boa Viagem... A maioria estava no Colégio Santos Dummond, depósito de gatos aqui de Setúbal, mas também peguei gatinhos no Pina, na Rural...
Eu não fazia idéia da rede de protetores que existia aqui em Recife, conhecendo-os muito tempo depois pelo Facebook, primeiramente na passeata do Crueldade Nunca Mais e posteriormente num mutirão de banho do Abrigo do Sr. Alberto, onde tive o prazer de conhecer pessoas fantásticas e que fazem um trabalho incrível, como Irleide Oliveira, Gil Marinho, Magda Abreu, Izabel Luna... Depois de ter contato com elas estou trabalhando cada vez mais ativamente pela causa.
Hoje estou engajada na construção do gatil no terreno onde já estão 8 cães cuidados pela Irleide. Ah sim, não é que eu não goste de cachorros. Resgato gatos por 2 motivos: são mais fáceis de manter em apartamento (que é o que eu tenho) e porque, por algum motivo, são casos de gatos que cruzam meu caminho.
Por que estou escrevendo tudo isso? Para passar o amor adiante. Pois se foi algo que aprendi é que quando você faz o bem, de uma forma que nem eu sei explicar porque, as coisas acontecem pra gente. Nunca me faltou dinheiro para cuidar dos gatos que resgatei. Sempre, de uma forma ou de outra, acabava encontrando um dono para todos eles e os que eu fiquei foi porque assim o desejei. Incrível como sempre que eu precisava, surgiam alunos particulares (sou professora de inglês) do nada, quantias que eu não estava esperando, alguém para ajudar que eu nunca imaginaria ajudando... Pequenos milagres.
As vezes a gente se pergunta porque nossa vida não vai pra frente, as vezes se sente vazio, incompleto. Eu aprendi que temos que fazer a roda girar, para se ter o bem é preciso dar o bem, fazer fluir a energia do Universo. Nos damos desculpas esfarrapadas como "falta de tempo", "falta de dinheiro", mas eu conheci pessoas simples que doavam um pouco já do pouco que tinham por uma causa... Ou pessoas teoricamente sem tempo que arranjaram tempo para visitar um abrigo (neste caso, de crianças).
Para mim ajudar animais não é apenas uma escolha. Eu simplesmente NÃO CONSIGO ser indiferente. Eu faço pouco, muito pouco, perto de muitos que conheci, inclusive. Ainda me dou desculpas, ainda me prendo a coisas que não deveria. Mas eu preciso ser parte de algo, na verdade, fazer a minha parte para tentar mudar este mundo cheio de pobreza (também de espírito) em que vivemos. Para viver melhor comigo mesma e com os que me cercam.
Queria que muitos fizessem sua parte. Fizessem acontecer a mudança que todos querem para o mundo. E tenho esperança que um dia isso acontecerá.

(se alguém quiser contar cmo se tornou protetora, adoraria escutar a estória e colocar no blog... Talvez inspirasse muitos!)


Alguns dos anjinhos que passaram pela minha vida desde que cheguei em Recife, a 6 anos atrás. Não estão todos aqui nestas fotos, pois alguns estão comigo, outros com famílias amorosas e alguns viraram estrelinha... 



Apolo

Atena

Baco

Eilan

Fifi

Hera

Inana

Isis

Kiano

Lua

Ozzy

Selene

Vivi

Zeus



Então que tinham falado que os filhinhos da Diana iam nascer em 2 semanas. Acabou que estas semanas viraram 1 só e seus bebês vieram ao mundo ontem.
Pra gente que está acostumada com o corre-corre diário, presenciar o milagre da vida para mim é um presente. Uma gata que podia estar na rua, com uma ferida horrorosa no pescoço por causa de sarna, parindo em qualquer buraco e só Deus sabe se ia conseguir comida, contrariou o destino e teve 4 filhinhos, sadios, fortes. Ela está comendo, porem me preocupa porque não posso tratar de sua ferida agora.
A semana começa assim, cheia de vida, fazendo a gente acreditar que quem sabe, tudo pode dar certo.
Bom dia!


cute rescue tabby kitten cuddle navy sailor soilder


cute rescue tabby kitten gives sailor a kiss
Gatinho dá um beijinho no nariz de seu novo protetor

Tudo começou quando Eric Hanst e companheiros da Marinha estavam em alto-mar em missão. Quando tiveram que aportar por alguns dias, eles foram agraciados com um visitante inesperado: "Uma gata veio a bordo usando as cordas que prendiam o navio ao pier. A gente perdeu ela de vista por algum tempo, mas conseguimos encontrá-la mais tarde naquele dia e levá-la de volta ao pier. Deixamos ela lá e demos adeus, porém ela parecia estranhamente chateada demais por isso.", disse Hanst 
O que eles não sabiam é que a gatinha não tinha vindo sozinha: "De alguma maneira quando ela entrou no barco, ela teve tempo trazer 3 gatinhos. Nós achamos que ela tinha dado a luz dentro do barco, mas depois percebemos que eles já eram grandinhos para terem somente alguns dias de vida.
Quando eles estavam voltando para alto-mar, ninguém tinha consciência da presença dos gatinhos. Os pequeninos estavam confusos, procurando pela mãe por quase 4 dias até que foram descobertos na casa de máquinas. "Nós achamos primeiro só um e os outros dois algumas horas depois", Hanst completou.
Apesar da tripulação ter pouca experiência em alimentar um gato novinho, todos logo quiseram entrar em ação para ajudar, fazendo tudo que podiam para ajudar os pequeninos. Eles não tinha uma mamadeira, então improvisaram. Acharam caixas e o resto necessário para fazer uma caminha temporária para os bebês. Todos estavam muito orgulhosos, carregando seus novos companheiros peludos e os deixando subir por eles. Quando chegava a hora de alimentar os gatinhos na mamadeira, estes marinheiros demonstraram um amor e cuidado incríveis por estas criaturinhas que cabiam nas palmas de suas mãos. Eles eram muito gentis e atendiam a todas as suas necessidades. 
“Depois do choque inicial que sofreram ao serem achados e depois de comerem, os gatinhos ficaram tão felizes e brincalhões como qualquer outro que você encontrar por aí. Eles deram um grande impulso para a moral da tropa e eu OS AMEI", disse Hanst
Quando eles aportaram novamente, os gatinhos foram levados ao veterinário: "Nós conseguimos lares para todos eles - eu convenci um amigo a ficar com um e os outros dois foram levados por um casal de protetores."
Os soldados resgataram os gatinhos e os pequeninos deram a eles o companheirismo e o amor que eles precisavam durante estas longas jornadas no mar. Um precisava do outro e foi uma benção que acabaram se encontrando.
Fotos e estória de  ©Eric Hanst (flickr: Dire01).
Fonte: Love Meow

cute rescue tabby kitten rescued on navy ship
cute rescue tabby kitten looking around
Ele adorava escalar
cute rescue tabby kitten and navy sailor
cute rescue tuxedo kitten investigate new place
Explorando o território


cute rescue tabby kittens 2 little handfuls
cute rescue tabby kitten climbs in sailor's jacket
Tentando entrar na jaqueta
sailor check on rescue kittens in a box
cute rescue tabby kitten and navy sailor
 Impulso para a moral da tropa


US navy sailor holds 2 kittens rescued on board
cute kittens rescued on navy ship
cute rescue tabby kitten explores around
cute rescue tuxedo kitten long whiskers
cute curious tabby kitten rescued by navy sailors
Eles criaram um elo especial e tocante.